Sexologia Notícias Ano 7(269), 08/01/2014.
- Comunicações
- sexualidade na mídia
- Drama entre civilização e barbárie
Em 'Sob o Domínio do Medo', Sam Peckinpah constrói um ambiente sufocante, exigindo o máximo de seus atores
08 de janeiro de 2014 | 2h 07
Luiz Zanin Oricchio - O Estado de S.Paulo
Num dos extras de Sob o Domínio do Medo (1971), o produtor Daniel Melnick queixa-se da pobre recepção crítica ao filme de Sam Peckinpah. "Muitos falaram mal, menos a Pauline Kael que, no entanto, disse que era o primeiro filme fascista dos anos 1970, o que abateu meu espírito esquerdista", lamenta.
Apenas para registro: sobre o filme, entre outras coisas, Kael escreve desse modo na revista New Yorker: "Talvez um dos filmes-chave dos anos 1970. Tem uma visão estreita e pobre. Peckinpah sacrifica a fluência, a espontaneidade e a euforia da amplidão que o tornaram uma lenda - mas não a selvageria."
Visto à distância, Sob o Domínio do Medo é mesmo concebido de modo a deixar o espectador intrigado com sua mistura de violência, misoginia e misantropia, fundadas numa descrença básica na capacidade civilizatória do ser humano. Só a violência o redime, mas até certo ponto e quando usada em certas causas. Mesmo assim...É doloroso. Mas isto é Sam Peckinpah. E, deixando-se de lado implicações morais muito estritas, há que se reconhecer que se trata de um filmaço, desses que ficam com a gente mesmo que nos incomodando a consciência.
A história é a de um professor de matemática norte-americano David Sunmer (Dustin Hoffmann, novinho) que decide se mudar para o vilarejo inglês onde nasceu e cresceu sua esposa, a provocante Amy (Susan George). Lá, ela reencontra o ex-namorado, que o atual marido tem a péssima ideia de contratar para consertar o telhado da casa que alugaram. Peckinpah não é adepto de sutilezas. Para na primeira cena mostrar a sensualidade provocante de Amy, vê-se que ela não usa sutiã. Para não deixar dúvidas, a câmera dá um primeiro plano em seus seios e nos mamilos que se advinham sob a blusa apertada.
A ideia de base do filme é fazer o confronto entre o mundo abstrato de um especialista em alta matemática aplicada à astrofísica e o ambiente tosco e hostil de uma aldeia que não vê com bons olhos visitantes, em especial quando estes vêm de outros países e exercem profissões acima do entendimento médio. E, mais especialmente, quando ousaram tomar como esposa uma das garotas desejadas da tribo. Por isso, Hoffmann passa a ser tratado como um banana, gozado e ironizado onde for. Tenta resolver a situação de maneira racional, mas a razão, ele irá descobrir, é o que menos importa neste caso.
Existem no projeto dificuldades apenas contornáveis quando se tem um grande diretor como Peckinpah no comando. Sabe-se que a filmagem foi tumultuada. O diretor criava casos e bebia. Foi ameaçado de perder a direção do longa, que seria entregue a outro cineasta. Nesse caso, não teríamos o mesmo filme, claro. Mesmo causando problemas, o cineasta sabia, como ninguém, imprimir esse tom exasperado, sempre no limite da explosão, sendo essa dimensão do clima uma marca registrada de Peckinpah, tanto quanto suas famosas cenas de violência em câmera lenta.
Também nos extras do DVD, a atriz Susan George lembra o desafio que foi para trabalhar com o diretor. Tinha apenas 21 anos e Peckinpah não era homem de ficar explicando o papel a seus atores. Queria que cumprissem o roteiro e ponto final. Forçava seus atores até a exasperação, quando aí então, segundo ele, estariam em ponto de bala para dar tudo o que deles se esperava.
Com a garota não foi diferente. Exigiu-se dela e o retorno veio na forma de uma bela interpretação. Mesmo porque Susan tem de participar de uma difícil cena na qual é estuprada pelo ex-namorado e um amigo, enquanto o marido se encontra fora, numa caçada. Peckinpah lhe disse que queria fazer a melhor cena de estupro jamais mostrada numa tela de cinema. Isso incluía alguns momentos polêmicos em que mulher violentada expressava claro prazer com o ato. Como tudo passa pela chave da violência, a sexualidade não poderia tomar outro caminho. A sequência causou vários problemas com a censura, em especial na Grã-Bretanha.
Com esses elementos, Peckinpah constrói um ambiente sufocante. De certo modo, o vilarejo é como aqueles embriões de cidades do Velho Oeste nas quais a lei não havia chegado senão de maneira rudimentar e onde a maior parte dos conflitos era resolvida na disputa direta entre as partes rivais. Ou seja, na força. O sentido tribal domina, com sua precária coerência, com a inevitável eleição de bodes expiatórios e o horror a tudo que vem de fora. A sexualidade, inútil dizer, é reprimida e doentia.
Um desses bodes expiatórios, um gigante com deficiência mental, será o responsável pela explosão final, quando se suspeita de que teria saído de uma festa da comunidade em companhia de uma garota da região. O pai da menina e amigos vão ao encalço do suposto sequestrador. E este será o conflito decisivo entre Hoffmann e a comunidade quando ele decide abrigar o perseguido em sua casa. E, mais ainda, quando que, em meio àquele caos, resolve que seu lar é inviolável.
Na visão de Peckinpah, o confronto entre civilização e barbárie não tem vencedores. A violência é um dado do relacionamento humano, e a sua ação na disputa por espaço de sobrevivência não produz heróis. Apenas sobreviventes, que, desprovidos de moradia, erram sem saber para onde vão, como insinua o diálogo final. Até hoje esse desfecho é muito inspirador pois fala da derrota de todo um projeto civilizatório.
SOB O DOMÍNIO DO MEDO
Direção: Sam Peckinpah
Distribuição: Versátil
(118 min., R$ 39,90)
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,drama-entre-civilizacao-e-barbarie,1116070,0.htm
- 4 posições sexuais para fazer perto da cama
Ninguém merece comer feijão com arroz todos os dias, nem fazer o sexo clássico toda vez. Por mais que o papai-mamãe tenha seu charme e seja plenamente bem-vindo, não pode ser o único personagem da vida sexual de um casal.
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Mas com um pouquinho de criatividade, você não vai precisar ficar em um pé só com a perna na nuca para inovar. Usando a cama como apoio, é possível fazer diferente e apimentar a relação e experimentar novas posições sexuais.
Veja essa lista deliciosa de ideias para tentar com o seu parceiro:
1) Abraço íntimo
Seu companheiro fica sentado na ponta da cama, com os pés apoiados no chão, enquanto você se encaixa de frente para ele, cruzando as pernas logo atrás de suas costas. Para o abraço, você pode envolver seu amor com os braços, beijá-lo e acariciá-lo com as mãos para que vocês façam um amor lento, intimista e gostoso. Numa variação desta posição, você pode apoiar as mãos nos joelhos do parceiro (que estarão logo atrás de você) e fazer movimentos mais rápidos e vigorosos com o quadril. Versátil, não?
2) Chave de coxa
Nessa posição, você apoia os ombros na cama e prende o companheiro entre as pernas. Ele penetra e faz toda a movimentação, podendo estimular seu clitóris com uma das mãos. Você, com parte dos movimentos das mãos livres, pode fazer carícias nos seios, o que potencializa seu tesão e ainda causa uma visão hiper excitante a ele. Seu quadril ficará num nível superior ao de sua cabeça e, com esse movimento, a vagina fica mais estreita, causando maior atrito e prazer para ambos.
3) A base
Com as costas apoiadas na cama, o bumbum para fora dela e os pés apoiados no chão (formando um ângulo de 90º com as pernas), o homem cria uma base para que você possa se satisfazer. O ideal é que você fique de costas para ele, com as mãos apoiadas em seus joelhos e as pernas na cama, ao lado do corpo dele, já que isso facilita bastante a movimentação. Isso é ótimo para quando você já estiver cansada ou quando ele quiser uma penetração mais rápida e intensa.
4) Carrinho de mão
Dessa vez é você quem vai de encontro com a cama e essa será uma delícia para quem curte sexo cachorrinho (de quatro). Você deita de bruços na cama com a parte do púbis fora dos limites do colchão. Seu parceiro se encaixa por trás, segurando suas pernas como um verdadeiro "carrinho de mão".
O interessante é que ele terá o total controle da transa e poderá ir bem fundo, fazendo você delirar. Caso sua cama seja muito baixa, ele pode ficar de joelhos com algum suporte em baixo para alcançar direitinho a vagina.
Que tal tentar uma destas hoje à noite? Aposto que seu parceiro vai adorar a inovação e isso vai trazer uma excitação extra para o sexo de vocês.
Por Juliany Bernardo (MBPress)
- 'Hoje falta liberdade para exercer o sexo de forma lúdica'
Flávio Gikovate Médico psiquiatra , psicoterapeuta especialista em sexo
PUBLICADO EM 05/01/14 - 04h00
Anderson Rocha
Pioneiro nos estudos sobre sexo, amor e vida conjugal no país, com 32 obras literárias publicadas com reflexões sobre esses temas, incluindo "Sexo", da MG Editores, um dos mais recentes, o dono desse currículo é o médico psiquiatra e conferencista Flávio Gikovate.
Flávio Gikovate é um dos mais respeitados psicoterapeutas do Brasil, com mais de 1 milhão de livros vendidos e mais de 9.000 pacientes atendidos em seus consultórios, desde o início da carreira clínica, na década de 60. Ele é ainda apresentador do leve "No Divã do Gikovate", nas noites de domingo na rádio CBN, em que faz uma espécie de atendimento clínico superficial aos ouvintes que vão ao local, pedir orientações. O TEMPO conversou com Gikovate sobre o sexo hoje – e no futuro.
Ao escrever "Sexo", o senhor convida o leitor a rever ideias estabelecidas acerca da sexualidade, a fim de evitar consequências negativas, como depressão e frustração. Do jeito que as coisas têm andado, com a proliferação dos meios virtuais e da discussão maior de temas como a homossexualidade, como o senhor acredita que as pessoas vão lidar com o sexo e as relações amorosas daqui a 15 anos? Serão mais livres?
O mundo evolui rapidamente e certamente avançaremos. Hoje falta liberdade para exercer o sexo de forma lúdica e totalmente desprovida de preocupação com performance e desejo de impressionar o parceiro. Falta entender que o sexo é mais rico e gratificante quando vivenciado no contexto de uma relação amorosa de boa qualidade, fundada em afinidades de caráter, gostos e interesses. Que o nosso parceiro sexual e sentimental seja também o nosso melhor amigo. Sabemos que isso é ainda um tanto difícil para a maioria pois, quando existem essas afinidades, muitas vezes o sexo se mostra menos exuberante. Esse é o desafio da contemporaneidade: desfazer a aliança tradicional da sexualidade com a agressividade (mais forte entre os homens) e aproximá-la do amor. O discurso de que sexo e amor são parte do mesmo impulso não se confirma na prática. Trazer o sexo para o domínio do amor (especialmente nos homens) é um dos grandes desafios da atualidade, independentemente de que gênero seja o parceiro.
Quais as grandes diferenças na forma de se relacionar com sexo há 50 anos e hoje? Preconceitos diminuíram, mas ainda falta muito a fazer?
As diferenças são grandes, mas não significa necessariamente que evoluímos. A revolução sexual dos anos 70, por exemplo, não trouxe a liberdade sexual. Ao contrário, hoje somos mais exibicionistas, mais preocupados com nossa aparência e até imitamos os atores do cinema pornográfico, quando estamos na cama com nossos parceiros. O mais relevante foi a emancipação das mulheres e a pílula anticoncepcional, que criou uma oportunidade de igualdade entre homens e mulheres. Porém, infelizmente, as mulheres copiaram os padrões masculinos. No movimento hippie, era o contrário: os homens buscavam um jeito mais delicado de ser. Eles usavam bolsas, batas indianas, chinelos de dedo. Nos anos 80, elas começaram a usar o terno e a gravata e passaram a competir mais com os homens. A entrada das mulheres no mercado de trabalho dessa maneira foi ruim, porque atiçou ainda mais a disputa entre todos os lados. É importante dizer que foram elas que ganharam essa disputa. Hoje há mais mulheres nas universidades e, em países como os Estados Unidos, elas já ganham mais que os homens. Só que elas fizeram isso dentro de um padrão masculino. Isso só reforça o quanto ainda temos de avançar.
Qual é a relação de influência, na opinião do senhor, que amor e sexo têm na formação de uma sociedade? Relações de consumo, violência e equilíbrio estão ligadas ao sexo? Como? De forma simplista, é como dizer que uma pessoa que ama mais é menos violenta, menos consumista e egoísta?
Sexo e poder têm parentescos muito próximos. E eu não gosto desse lado aristocrático do sexo, porque justamente favorece uma pequena maioria e prejudica a grande maioria. E tudo o que se tentou fazer no movimento "faça amor e não faça guerra" não deu certo, porque o sexo está a serviço da guerra. Nos homens, é muito forte a relação entre sexo e agressividade. Quando se libera a sexualidade, a agressividade é liberada. Não existe o "fazer amor", existe o "sentir amor".
A forma de se relacionar do brasileiro é parecida com a de demais culturas?
Temos características diferentes, mas, no geral, vivemos os mesmos dilemas.
Discute-se atualmente a "Revenge porn", a pornografia de vingança em redes sociais e smartphones. Esse comportamento é novo ou é só um novo jeito, tecnologicamente repaginado, de fazer algo antigo, que é vingar-se de quem desagradou em uma relação?
A vaidade humana encontrou um grande reforço nas redes sociais. Esse gosto pela exibição, por chamar a atenção e atrair olhares, importante ingrediente de nosso erotismo, sempre existiu. De alguma maneira, sempre se manifestou. O que mudou, então? Parece que foi amplificado por meio das redes sociais e de tantos outros recursos. Outro ponto novo talvez seja a vontade, que setores mais amplos da comunidade sentem, de ganhar notoriedade. Por muito tempo, como a população e as cidades eram pequenas, ser conhecido num pequeno vilarejo era automático e fácil, diferentemente do que vemos nas grandes metrópoles. Até hoje, nas áreas rurais e nas cidades pequenas, o coronel, o dono da grande propriedade, o milionário da região geralmente é um indivíduo simples, não é um exibido como os da classe média alta nos grandes centros urbanos. Todo mundo sabe, na região, que ele é o coronel Fulaninho, dono de metade da cidade, que ele é um ser destacado. Mesmo o filho dele é conhecido. Isso funciona como uma microrrede social. Acho que o crescimento populacional e a densidade demográfica nas grandes cidades estenderam muito essas redes sociais e levaram o mundo a se manifestar assim hoje.
Em 15 anos, a tecnologia e os meios de comunicação e socialização por internet estarão ainda mais desenvolvidos. Em um exercício difícil de hipóteses e previsão, como o senhor acha que a tecnologia irá influenciar a forma que as pessoas farão sexo e se relacionarão?
Há um interesse crescente por publicações sobre o amor, as pessoas estão querendo entender um pouco melhor o sentimento. E estão separando sexo de amor, que é a leitura correta sobre o fenômeno sexual. Muitas vezes as pessoas confundem, sentem atração sexual e acham que é uma boa parceria sentimental, o que não é obrigatório. Isso está ficando mais claro. Contudo, o mais importante hoje sobre as relações amorosas é a certeza de que as pessoas não toleram mais relações de má qualidade. E, portanto, a capacidade de aceitar o sofrimento como parte inexorável do caminho também está menor. Acho que as pessoas hoje querem mais da vida do que no passado, não só em virtude do aumento de opções e dos avanços tecnológicos à disposição delas, mas sobretudo porque estamos efetivamente vivendo uma revolução no modo de pensar a vida, a existência. E o avanço tecnológico tem uma grande influência nesse movimento.
- Pílula para prevenir HIV gera polêmica e controvérsias
Especialistas, no entanto, acreditam que o uso auxilia os grupos de risco
PUBLICADO EM 07/01/14 - 04h00
David Tuller
THE NEW YORK TIMES
Enquanto tomava uma xícara de chá no Starbucks nos Estados Unidos, Michael Rubio recordava como quatro de seus amigos se tornaram HIV positivos porque fizeram sexo sem proteção, todos no intervalo de um ano. A novidade chocou Rubio, um homossexual de 28 anos, e o levou a buscar uma nova forma de prevenção contra o HIV: uma pílula diária que, segundo pesquisas, mostrou ser extremamente eficaz na proteção contra o contágio.São Francisco.
"Com meu círculo próximo de amizades foi tão afetado no ano passado, não tive dúvidas antes de querer isso para a minha vida", afirmou Rubio, coordenador da linha de frente do Positive Resource Center, uma agência de serviço social para pessoas com HIV.
A mera existência dessa opção representa uma virada na longa história da epidemia da Aids. Muitos especialistas em saúde esperavam que o medicamento – o Truvada, uma combinação de dois medicamentos antivirais utilizados no tratamento do HIV desde 2004 – fosse adotado em massa por homens gays soronegativos.
Em vez disso, o Truvada demorou a ganhar força como forma de prevenção do HIV nos 18 meses desde que a estratégia recebeu a aprovação do Ministério de Medicamentos e Alimentos (FDA) dos EUA. Em alguns locais, a ideia de que homens gays saudáveis tomassem o medicamento para evitar o contágio – uma abordagem conhecida como profilaxia pré-exposição, ou PrEP, (na sigla em inglês) – foi recebida com hostilidade ou indiferença.
"O medicamento recebeu muita atenção em reuniões de HIV como ferramenta de prevenção, e eu creio que ele seja uma opção importante para as pessoas certas, mas ainda assim, houve um interesse muito limitado entre os meus pacientes. Existe uma incongruência intrigante", afirmou Lisa Capaldini, médica de primeiros socorros que trata diversos homens homossexuais.
Durante 30 anos, autoridades de saúde pública promoveram agressivamente o uso da camisinha em todo e qualquer encontro sexual como o único método eficaz, a não ser a abstinência, para evitar a transmissão do HIV. Ainda assim, 50 mil novos contágios ocorrem anualmente nos EUA; a transmissão sexual entre homens corresponde a mais da metade dos casos, e um número desproporcional entre afro-americanos e outras minorias.
RECEPTIVIDADE. Muitos especialistas receberam de braços abertos o Truvada como uma oportunidade de reduzir o número de novos contágios entre grupos de alto risco como homens jovens gays, pessoas em relacionamentos com parceiros soropositivos e prostitutas. A FDA exigiu que as prescrições sejam seguidas de acompanhamento psicológico, testes frequentes de HIV e da promoção do sexo seguro, embora as pesquisas mostrem que o uso diário da pílula já seja capaz de fornecer proteção plena.
Para muitos homens gays e algumas autoridades da saúde pública, a nova opção trouxe esperança e confusão. "Tivemos muitas décadas de recomendação do uso de camisinha e agora estamos dizendo: 'Aqui vai uma pílula que pode protegê-lo se você não precisa usar camisinha'. E isso bate de frente com as normas da comunidade", afirmou Kenneth H. Mayer, professor de Medicina da Universidade de Harvard e diretor de pesquisa médica do Fenway Health, um centro comunitário em Boston que atende diversos pacientes gays e lésbicas.
Números
Dados. Um total de 1.774 pessoas fez o pedido do Truvada para a prevenção do HIV de janeiro de 2011 até março de 2013. O dado não inclui quem recebia a pílula como participante da pesquisa.
Eventos
| iNiCiO: 9 de ENERO | |||
| Curso Virtual: Educación Sexual en niños con capacidades diferentes | |||
| Programa ? Módulo 1: ? Módulo 6: | Duración: 2 meses
Inscripción:
Aranceles:
Destinatarios: Docentes de Educación Especial y Profesionales y Estudiantes de la Salud en relación con la Discapacidad
Metodología: Evaluación:
Certificación: Al finalizar el cursado se enviarán los certificados correspondientes de Cursado y Aprobado por correo postal al Alumno | ||
| Educación a Distancia en EL CAMPO PSi - E-mail: editorial@campopsi.com.ar - www.e-campopsi.com.ar | |||
CEPES 8 - Curso de Especialização em Psicoterapia com Enfoque na Sexualidade.
Março de 2014
Curso Presencial – Atendimento Clínico Obrigatório
Duração: 21 meses, apenas um encontro mensal com aulas num sábado e domingo subseqüentes, na sede do Instituto Paulista de Sexualidade, em São Paulo.
Informações e inscrições: Instituto Paulista de Sexualidade
rua Angatuba, 370 – Pacaembu - CEP: 01247-000 - São Paulo – SP
Telefone: 5511-3662-3139
E-Mail: inpasex@uol.com.br - carzeg@uol.com.br
Website: http://www.inpasex.com.br
- Psicoterapia Sexual com base na TCC - Oswaldo M. Rodrigues Jr.
- Desenvolvendo habilidades terapêuticas para o atendemiento em Sexualidade - Carla Zeglio
Os cursos acima acontecerão em:
ARACAJU - MACEIÓ - SALVADOR.
As inscrições estão abertas e logo divulgaremos local e data dos mesmos.
Todos os cursos terão início com o mínimo de 20 inscritos.
CURSO TDAH - ARACAJU
As inscrições para o curso TDAH devem ser pagas até o dia 10/01/2014.
O material está incluso.
O ISQV reserva-se a iniciar o respectivo curso com o número mínimo de 20 inscritos.
Informações: isqvse@bol.com.br
43º Curso de Atualização em Terapia Sexual: Novas Abordagens Técnicas e Teóricas
Para profissionais que buscam lidar com questões de sexualidade no consultório.
Duração: 20h em uma semana, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h
Datas: 26 a 30 de janeiro de 2015
Investimento: 1 parcela de R$1950,00 paga antecipada
Vagas limitadas
Conteúdo Programático
O curso de duração com 20 horas – em 5 Módulos.
Módulo I - Segunda- feira:
Introdução à terapia sexual:
· 14h - A história da terapia sexual - Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
· 14:55h - Técnicas comportamentais: breve histórico – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
· 15:50h - intervalo
· 16:10h - O processo terapêutico em sexologia - Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
· 17:05h - Instrumentos utilizados em diagnóstico psicossexológico – Psic. Esp. Carla Zeglio
Módulo II – Terça- feira:
Disfunções Sexuais Masculinas e Femininas – definições e formas:
· 14h - Baixo desejo sexual masculino – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr
· 14:25h - Ejaculação rápida – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr
· 14:50h Disfunção erétil - Psic. Esp. Diego H. Viviani
· 15:15h - Inibição Ejaculatória; Psic. Esp. Diego H. Viviani
· 15:40h - Dispareunia - Psic. Esp. Giovanna Lucchesi
· 16:05h – intervalo
· 16:20h - Vaginismo – Psic Esp. Carolina Costa Fernandes
· 16:45h - Disfunção da excitação feminina - Psic. Esp. Carla Zeglio
· 17:10h - Anorgasmia feminina – Psic Esp. Carolina Costa Fernandes
· 17:35h - Inibição do Desejo sexual – Psic. Esp. Giovanna Lucchesi
Módulo III – Quarta- feira:
Técnicas gerais utilizadas
· 14:00h - Relaxamento – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
· 14:35h - Banhoterapia - Psic. Esp. Giovanna Lucchesi
· 15:10h - Técnicas que estimulam a fantasia sexual – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
· 15:45h - intervalo
· 16:10h - Focalização sensorial – Pisc. Esp. Carolina Costa Fernandes
· 16:45h - Assertividade, expressividade emocional e solução de problemas – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
· 17:20h - Biblioterapia – Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
Módulo IV – Quinta- feira:
Técnicas para o tratamento das disfunções sexuais masculinas:
· 14h - Baixo desejo sexual masculino - Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr
· 14:55h - Ejaculação precoce: superando pelo reaprendizado - Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr
· 15:50h - intervalo
· 16:10h - Disfunção erétil – proposta de intervenção cognitiva - Psic. Esp. Diego H. Viviani
· 17:05 - Inibição ejaculatória - Psic. Esp. Diego H. Viviani
Módulo V – Sexta- feira:
Técnicas para o tratamento de disfunções sexuais femininas:
· 14:00h - Dispareunia - Psic. Esp. Giovanna Lucchesi
· 14:45h - Vaginismo – Psic Esp. Carolina Costa Fernandes
· 15:30h – intervalo
· 15:45h - Disfunção sexual geral - disfunção da excitação feminina - Psic. Esp. Carla Zeglio
· 16:30h - Anorgasmia feminina – Psic Esp. Carolina Costa Fernandes
· 17:15h - Inibição do Desejo sexual feminino. – Psic. Esp. Giovanna Lucchesi
Coordenação: Psic. Ms. Oswaldo M. Rodrigues Jr. - Psic. Carla Zeglio
Corpo docente: Psic. Carolina Costa Fernandes, Psic. Giovanna Lucchesi, Psic Diego Viviani.
Informações e inscrições:
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COORDINADOR: Dr. CARLOS POL BRAVO- ESPAÑA
Informes: centralmedicasexologia@yahoo.es
Sexologia Notícias -
Noticiário semanal publicado pelo Instituto Paulista de Sexualidade, editado pelo Psic. Oswaldo M. Rodrigues Jr., para divulgação de informações e eventos sobre sexualidade humana a interessados, distribuído através do www.grupos.com.br
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